segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

CANAL DO MANGUE




Desde os tempos de D. João VI já se pensava em construir um canal navegável ligando o mar ao Rocio Pequeno, atual Praça Onze de Junho, que só recebeu este nome depois da Guerra do Paraguai, em homenagem ao dia em que a esquadra do Almirante Barroso venceu a Batalha do Riachuelo. O canal teria como objetivo secar um enorme pântano existente próximo da Cidade Nova, que era um foco de doenças, mosquitos e exalações desagradáveis.

Mas só em 1857, foi iniciada a construção do Canal do Mangue, que foi a maior obra de saneamento do Rio de Janeiro, na época do Império, que possibilitou a extinção da Lagoa da Sentinela e dos pantanais de São Diogo, que iam até quase o Campo de Santana. A obra foi contratada ao Barão de Mauá, que a inaugurou juntamente com sua fábrica de gás para iluminação pública e doméstica que ficava próxima do Rocio Pequeno.

No Governo de Henrique de Toledo Dodsworth, a idéia de prolongar a Avenida do Mangue até o Cais dos Mineiros, atual Arsenal da Marinha, foi posta em prática.






Canal do Mangue – Final do Século XIX



Canal do Mangue – Início do Século XX



Av. Francisco Bicalho com a Av. Rodrigues Alves - 1900´s



Canal do Mangue - 1906
















Av. Francisco Bicalho (Villa Guarany) - 1907



Canal do Mangue - 1909



Canal do Mangue - 1910








Canal do Mangue - 1919


Canal do Mangue – Anos 20



Estação Barão de Mauá (Leopoldina) – 1926








Estação Barão de Mauá (Leopoldina) – 1927



Estação Barão de Mauá (Leopoldina) – 1928



Canal do Mangue - 1928



Canal do Mangue - 1936



Canal do Mangue - 1940



Canal do Mangue - 1945



Estação Barão de Mauá (Leopoldina) – 1959









Canal do Mangue (A Grande Enchente de 1966) - 1966



Canal do Mangue – 1970



Canal do Mangue - 1975